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COLUNA POSTADA POR:

Arilton Barreiros (Política)

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COLUNAS

O que rola na Região

13/03/2015

 Frase: Para evitar processos, jornalistas aprendem a chamar um assassino de suposto assassino. Stephen Leacock, humorista canadense.

 

Foto: Dentista e suplente de vereador, Marcelo Chicago será o novo presidente do PP de Tubarão na convenção marcada para sábado dia 14.

 

 

 

- Juiz Júlio Knoll, que atua no Tribunal de Justiça na capital e utiliza a BR-101 toda semana, nos manda e-mail: “Nós, que estamos no Sul de Santa Catarina, vamos continuar tendo problemas na duplicação da década, pois o túnel do Formigão, em Tubarão, está pronto e a duplicação da ponte está em lentidão incrível”.

 

- Em Capivari de Baixo, o vereador Arleis Flávio Nunes Ribeiro (PV) solicitou ao prefeito, Moacir Rabelo, a reforma ou implantação de um novo abrigo para passageiros de ônibus na rua Antônio José Fagundes e na rua João Lima Corrêa. Nos dois pontos a população está sempre sujeita às mudanças do tempo.

 

- Vereador Edson Firmino (PMDB) conversou conosco e disse que na derrota que teve para a presidência do Conselho da AGR, na semana passada, ao se candidatar, sua intenção era mostrar que não era bom que a presidência da AGR e do Conselho pertencessem a um mesmo partido, como aconteceu. Sabia que não tinha chance na eleição, mas queria chamar atenção para o fato.

 

- O ex-vice prefeito de Tubarão Ângelo Zabot, conhecido por Com, é o novo presidente da Comissão Provisória do PSD de Tubarão. Ele substitui o presidente da Câmara, Jairo Cascaes, que deixou o cargo para se dedicar mais aos trabalhos do Legislativo. Na vice ficou o gerente de saúde, Dalton Marcon.

 

- Até dia 31 próximo estarão abertas as inscrições para o concurso público para admissão no Curso de Formação de Soldado PM para ingresso no Quadro de Praças da Polícia Militar de Santa Catarina. Estão sendo oferecidas 658 vagas, sendo 619 para candidatos do sexo masculino e 39 para candidatas femininas.

 

- Leitor Gilson Barreiros de Souza manda o seguinte e-mail: “Lendo o comentário na coluna sobre rua sem placas em Tubarão, poderias publicar uma sugestão econômica e fácil que vi nos bairros em Joinville que funciona muito bem: pinturas ou adesivos nos postes das esquinas com os nomes da ruas. Além de econômico, não atrapalham o trânsito. Basta autorização da Celesc. Se lá autorizaram, aqui não têm como negar. Fica a dica”. 

 

- Graças aos esforços do deputado estadual José Nei Ascari, do secretário regional Caio Tokarski e do presidente da Câmara e presidente do PSD, Jairo Cascães saiu a portaria nomeando Dalton Marcon para a gerência de saúde da região. Confirma-se, assim, o que divulgamos em fevereiro.

 

- O Consórcio que constrói a ponte Anita Garibaldi, em Laguna, tem uma fatura atrasada de R$ 16 milhões e ainda mais R$ 90 milhões para receber. Mesmo assim existe a garantia de que a obra será entregue no mês de maio, portanto, dentro do prazo estipulado pelo contrato.

 

- A Editora da Unisul lançou o livro História da Literatura Brasileira: Da Carta de Caminha aos contemporâneos, do poeta, prosador e ensaísta Carlos Nejar, da Academia Brasileira de Letras. O livro é a mais completa história da literatura brasileira e tem 954 páginas.

 

- Vereador Evandro Almeida não concorda que o PMDB em Tubarão tenha dificuldades para indicar um candidato a prefeito na eleição do próximo ano. Colocou seu nome à disposição do partido e garante que a sigla estará aberta para composição e não tem nada acertado com o PSDB, como se divulgou.

 

SÓ PARA RECORDAR

 

Para quem tem memória curta, vale lembrar que em 1994 era possível comprar 127 litros de gasolina com um salário mínimo. Hoje, mesmo depois do reajuste, é possível comprar cerca de 220 litros com o mesmo salário mínimo. Entre 95 e 2002 o preço da gasolina teve reajuste de 305%. Média de 44% ao ano. De 2003 a 2015 o reajuste foi de 45%, média de 3,75% ao ano. Vale a pena lembrar também que em 1996 o preço de um litro de gasolina equivalia a 3,5 litros de óleo diesel. Hoje está quase igual. Entre 2000 e 2009 o diesel sofreu reajuste de 292%. Por isso não tem como deixar de ser solidário com os caminhoneiros e transportadores no movimento que realizam. Em um país onde o transporte é feito quase que totalmente por estradas e o óleo diesel é o combustível para tudo, o governo poderia rever a questão, ser mais compreensivo e valorizar a categoria.

 

UMA BOA IDÉIA

 

Vereador Eraldo Pereira da Silva (PPS), que vem se destacando na Câmara de Tubarão através de sua postura, pedidos e ideias, recentemente solicitou ao prefeito Olavio Falchetti a viabilidade para a construção de um crematório no município, seja ele público ou privado. Eraldo justificou o pedido em face das dificuldades em ser liberada a licença ambiental para a construção de novos cemitérios e também para regularização dos que já estão em atividade. Ressaltou, ainda, que a cremação também é a mais recomendada, uma vez que evita problemas de higiene e sanitários. Enfatizou o vereador que a incineração evita possíveis fontes de infecção, especialmente quando a morte tenha sido causada por doenças infecciosas. A ideia do nobre edil precisa ser levada a sério pela atual administração porque é uma necessidade que a população tem e muita gente na Cidade Azul procura pelo serviço.

 

RUAS SEM PLACAS

 

Presidente do Sindicato dos Bancários de Tubarão e Região, advogado Armando Machado Filho, nos mandou uma mensagem onde coloca que lê sempre na imprensa a preocupação dos vereadores da Cidade Azul em nominar as vias públicas. Entretanto, segundo ele, não se vê nos mesmos vereadores a cobrança necessária para que o poder público coloque as placas com os devidos nomes das ruas. Armando diz, com razão, que é uma vergonha que Tubarão, com mais de 100 mil habitantes ainda seja uma cidade desorganizada. A própria população não conhece os nomes das ruas pela inexistência de placas indicativas. É vergonhoso que nenhum prefeito até agora não tenha tido essa preocupação. Ainda segundo o presidente do Sindicato dos Bancários, 70% das ruas de Tubarão não possuem sinalização e isso poderia ser facilmente resolvido caso o poder público tivesse interesse. Pelo visto, conclui, falta vontade e competência, pois o comércio e a indústria, se fossem chamados, poderiam patrocinar tais placas.

 

IMAGENS